domingo, 17 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sol das Nove

esse é um trabalho que eu ainda nao terminei

domingo, 26 de setembro de 2010

passagem

Poesias que vou fazer ontem termino amanha de manha.
meu papo sempre vem reto.nao é que nem spam.
talvez complexo-simples como as obras do mam.
nao tao formosa como dançarinas de can can,
mas ouvido que né de dança vem de A tribe,NWA e Wu Tang Clan.
nao me envolvo com a ku klux klan.
vendo novos orizontes pela manhã.
nao sou seu fã.
sou mesmo açougueiro ofereço largato,patinho e chã.
teu braço eu esgrimo,
te meto as quilha tipo joe crimo e justin mattesson.
aqui é over all,no for fun.
me recuso a ler o the sun.
nao sou mongol,mas luto feito gengis khan.
agora fudeu,sou um castigo de Deus.
caso nao pecasse,ele nao enviava castigo como eu.
mas isso só quando quero.castigo aos cinzentos é viver com esmero.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Nóstaldia


antes de fazer pense mais de duas vezes

pra não perder a namorada de vários meses

push the little daisys

green haze

escolha qualquer disco in ma case

não tenho fazer

nem mesmo sou Johnny cage

nem cyclop with lazer

pra queimar teus beck

maluco muleque

ta de pileque

na Internet

então calma Beth

cabou os ret

morreu,acabou chorare,dead

teus lábios red

varias fotos guardada num disquete

pedia ajuda dos menino da feira e não queria pagar o frete

e antes que eu me esqueça me lembro do Guedes

que adorava quando nos fazia arte e eu só ouvia os clap

não deixava de levar o bonde porque tava no step

e também lembraria do resto dos vizinho de Quintino

comia tanto doce no são Cosme e damião que dava embrulho no intestino

bom mesmo os tempos de menino

foragido pro recreio antes de tocar o sino

bermuda e tênis quando pediam esporte fino

os amigo gorducho e o que não lembro nome com cara de girino

mas esse tempo já era cascadura

e quando ia pra tijuca os pão da padaria era só sacadura

comia tudo antes de trazer pra casa e dizia que saco de papel também fura

mas mesmo assim rolé de 638 e os vendendor de biscoito que vendia 10 por oito

sempre caia na curva aqueles mais afoitos

o foda era dia de jogo

que o busao vinha cheio

pulando pra fora o recheio

já visando o momento titanic,

partindo ao meio.

Quando não era fut fervendo

Eram as partida no surpernintendo

no super star soccer dava nos adversário suco de percevejo

as novinha me dava beijo

gols de cabeça pelo aleijo

dona Joana já aprontava do tambaqui ao badejo ou badéjo

e eu menorzao,sozinho jogando botão

enquanto meu irmão tava pra terminar o ensino médio

e os tempo que eu passava em casa eu gostava

não sabia o que era tédio

pereba as vezes é foda

mas andiroba sempre foi o remédio..

em pilares também foi tempo bom

papagaio tchesco chamava Roberta de puta e seu namorado de rincon

mas não por isso.

Mais pela vezes que eu ficava puto de ouvir que ‘’isso’’ era ‘’chouriço’’

Ficava omisso

e os primo chato sempre fazendo papel de mimado

Um tinha que pedir eu ficava bolado e o outro viado de nome raphael

Mas eu nem ficava perto,prefiria sozinho ao léo

Sem falar nos barraco na garagem

Eu só queria paz pra família

Arrumamo a bagagem

Eu,meu vô,minha vó e minha tia.

Mantendo periferia

Mas eu não diria que como ficou era do jeito que eu queria

Depois de mais velho,quarto escuro,as amiga da irmã,mas as prima brincando de gato mia.

Domingo sempre era o dia

Comida pra mim sempre foi comida quente ou fria

Sempre tinha que ir na padaria

Mesmo se eu falasse que não queria

As vezes de fazer merda minha mãe ate me batia

Falavam sempre que eu acabava com tudo só por comer a ultima fatia

Se demorasse no banheiro acácia Lucia na porta a mão metia

Pra faxinar não tinha hora era noite e dia.

Mas aí chegou a anistia depois que cresce as perna junto cresce

E não se arrepender do que já fez um dia.

A vida segue

Pesada minha bag/com anti-flag/halftime reggae/dava lag/se entregue antes que negue/em passo de jegue,amarelo: Bart e mag/mete o pé no deck/assunto num leque/me esquece/novinha se solta na quermece/do pódio desce,abaixa a cabeça e agradece

Sempre de humilde a presse/gambiarra sem tv de led/juntamente da sensimilla rola sempre um converse.sem controverse.

Quem faz por onde felicidade merece

levo as lembranças na mente e a mesma nao adormece.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

voce é crescido fisicamente.
mas sua mente ainda precisa comer fermento,no momento só lamento.
pois só fez por onde ser o máximo sedento
de alimento,de vento na cara.
teus talentos ninguem repara e atras do teu bonde se esconde.
fazendo barricada pras barrigada de luis paulo conde,
cara feia pra mim nao é fome
exemplo: o wilian bonner;
vive de cara fechada e olha só quanto dinheiro come.
e o contraste da fome,
nem se pra acabar com os pilantras chamassem silvester stalone
ou os feitiços de ermione.
penso no fim,no caos e legalização de clone
penso dois faustão falando groselha no microphone..
in ma head from de sky cai the big stone!
im here alone,listen to ma xilophone.
bate no peito e diz que odeia política mas quer saber da capa da roling stones.

antes fosse a high times
intrevista com francis hime
contando de seus good times
dizendo de santo daime
e dai-me forças
porque diferente do sus, a fila é rapida pra forca.
renda per capita baixa e pra alimentar não falta é boca.
as mesmas que imploram e ficam rocas.

junto dos demais em situaçoes semelhantes
é visivel seu semblante, mas simpatia cativante
por mais fudido que seja, felicidade é algo significante.
hoje a postura de homem esconde seu porte de enfante,
tem nas mãos um ferro pesado pra aniquilar quem destruisse sua estante
seus livros mais simples agora valem mais que diamante.
queima tudo e tu vai viver o inferno de dante!

mas o mesmo nao sabia que assim seria
abaixava sempre a cabeça aos demias e nao sabia
que de fato era humildade e respeito,mas timidez era o que descobrira
nao aguentava jogar seu olhar chapado aos que só te reparavam e dentro do livro a cara metia,
sua vida intensa e desleixada vivia
mas prefiria
entrar no vagão e viajar no seu livro de alquimia;
dos mais simples aos mais exóticos contos ja lia.
muita sagacidade,na flor da idade,mas a cabeça é fria..

quando se preocupava procurava o livro que do assunto dizia.
nao mais como antigamente que recorreria a tia.

além disso escrevia de diversos assuntos
e vomitava palavras em folhas enquanto comia seu pao com presunto.
usava toda a semantica,classe gramatical,adjunto.
historias cotidianas: ver no chão um difunto.
e se o texto ficasse bom até iria a fundo.

virou um sem vergonha.
vergonha pra que a mesma? e meteu a cara no mundo
pra alguns um puta pensador,pra outros um mero vagabundo,
mais fudido,largado,maltrapilho
que desse país era mais um filho.
fugia desse estribilho e puxava o gatilho do lapis.
depois de usar tanta folha,ganhou cortesias de chamequinho e ripax.
seus remedio buscava na max.
mas ainda nao tinha dinheiro pra sair com sua mina de taxi.
nao tinha bipe nem celular,era tudo por meio de fax.

a esmo a vida levava
pulsava sua veia cava
quando procurava
e aquele livro no lugar nao estava
mas a tensão aumentava
quando calça lavava
e via que tinha esquecido no bolso da mesma que ja estava molhada.



quarta-feira, 28 de abril de 2010

estou lendo Budapeste do chico buarque.
estou gostando!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

friendly fire

eu quero mesmo é amor e respeito.
compreensao é dificil? se quiser eu desenho
amigos sao poucos,faço jus aos que tenho
quem merece ta junto,e nao merece desdenho


friendfire ligado
todos atordoados
escorrengando em pisos molhados
te corto ao meio, dinheiro alado
omisso,chora calado
boca seca,morro babado
tua cara,cuspido e escarrado
reclama la com o delegado./solta o preso
sem clima coeso/fardado obeso
nao sai mais ileso
quer meu dinheiro,pras putas do farol aceso?

na beira das ruas,calçadas e amarguras
volume as alturas,sem caras puras
tudo toxico,nada agricultura
teu braço te fura,seco de cultura
cara seca,fechada,nem sempre é bravura/no beiço rachadura
depois de um mes inteiro farto de rapadura
tu acha que cura?

chama o curandeiro
vai brincar de dinheiro,trincado de bueiro
ta menos pra 1o de maio
mais pra 30 de fevereiro
cobra o sem dedo,barbeiro!
tu nao me engana,seus golpes rasteiros
teus ternos de linho,meus bolsos furados,fuleiros
teus amigo uniforme de preto,vulgo açougueiros
os que tem tiros certeiros com a finalidade,
de por fim na carreira alheia fazendo bastante alarde.
quem vive onde sabe,saca logo o riocard
os pé cagado de areia dessa praia da tarde
seu chinelo é um rayder
antes man,do que boris,the spider
e pra esses,que tentaram puxar o tapete
tao fudido,com 1 de life,sem knife,sem colete
foragido de skate,bicuda na nuca quebra a armaçao do bill gates
que agora,mundo a fora se conforta na sombra,deitado na rede.

é no dedo,sem mousepad
zolho arregalado os seus,os meus são reds
gosto dessa ocasiao pra caralho com led zeppelin
mas ignoraram o cep,pra chegar em casa é step by step.
assunto aqui é o que nao falta,tem sobrando,é um leque!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Angustia bate sempre
olho a minha volta tudo sempre
comeu merda,matou a filha e tacou dentro da brastemp.
Vontades que vem derepente
instinto faz agir de um jeito
deixa rostos inconsciente
e atos inconsequentes.

estrutura fragil te leva a fulanisse pagando pedagio
pelo proprio plagio
em meio ao seu ultimo estagio
cai cego no chao por tropeçar e bater com o olho no botao do radio
e interfiria a transmissao do jogo que se passava naquele lindo estadio\lotado,
abarrotado.a fila de tres kilometros que durava dias com seu amigo fone do lado
após a queda;um lado paralisado,
e todo cagado,
o tenis encharcado\da chuva; de dia que era o almoço,e da janta;seu suco de uva.
e logo chegava: comprei,tia juva!
me prepara por obiséquio um café e aquele sanduba?
se depara na sombra com sua fedida juba.
quarto impestiado do cheiro das plantas da estufa\juntamente do efeito estufa
um banho gelado,ufa!
na matina,larica divina,na cozinha rouba as trufas
que vende tia juva
que por sinal fica puta!
e sua neta gostosa que vira substitua\da tal fiel.
que agora ganha estigma de ex,tem outro papel..
e tava cansado;tipo chegar no china e pedir todo dia o mesmo o mesmo pastel.

pra chegar ao seu quarto nao precisa de auxilio de tranças,como rapunzel.
pra chuva cagada de ontem,hoje ta até dourado,meio cor de mel.

mais um dia de trabalho
fila de banco.mas é sexta,ninguem é besta.
cerveja estupida e a noite largado,ao léo..
achou sua amiga do peito,
e é começo de mes,
vai correr pro tetel.
puta merda! quebraste o pires.
mas comeste a cléo!


(erros de escrita)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Canhamo

O canhamo foi uma vitima do dinheiro e da ganancia dos que causam o desigual.O canhamo,que é um tecido natural e mais resistente que qualquer outro tecido.E as industrias texteis que junto do nosso sistema capitalista restringe o canhamo de um modo geral na sociedade..enfim, vivemos a inversão dos valores em troca da futilidade material.Mas nao vemos como fato consumado,existem muitas possibilidades. Que seja utopia, sonho,nao sei.Mas me permito a isso!