segunda-feira, 31 de maio de 2010

voce é crescido fisicamente.
mas sua mente ainda precisa comer fermento,no momento só lamento.
pois só fez por onde ser o máximo sedento
de alimento,de vento na cara.
teus talentos ninguem repara e atras do teu bonde se esconde.
fazendo barricada pras barrigada de luis paulo conde,
cara feia pra mim nao é fome
exemplo: o wilian bonner;
vive de cara fechada e olha só quanto dinheiro come.
e o contraste da fome,
nem se pra acabar com os pilantras chamassem silvester stalone
ou os feitiços de ermione.
penso no fim,no caos e legalização de clone
penso dois faustão falando groselha no microphone..
in ma head from de sky cai the big stone!
im here alone,listen to ma xilophone.
bate no peito e diz que odeia política mas quer saber da capa da roling stones.

antes fosse a high times
intrevista com francis hime
contando de seus good times
dizendo de santo daime
e dai-me forças
porque diferente do sus, a fila é rapida pra forca.
renda per capita baixa e pra alimentar não falta é boca.
as mesmas que imploram e ficam rocas.

junto dos demais em situaçoes semelhantes
é visivel seu semblante, mas simpatia cativante
por mais fudido que seja, felicidade é algo significante.
hoje a postura de homem esconde seu porte de enfante,
tem nas mãos um ferro pesado pra aniquilar quem destruisse sua estante
seus livros mais simples agora valem mais que diamante.
queima tudo e tu vai viver o inferno de dante!

mas o mesmo nao sabia que assim seria
abaixava sempre a cabeça aos demias e nao sabia
que de fato era humildade e respeito,mas timidez era o que descobrira
nao aguentava jogar seu olhar chapado aos que só te reparavam e dentro do livro a cara metia,
sua vida intensa e desleixada vivia
mas prefiria
entrar no vagão e viajar no seu livro de alquimia;
dos mais simples aos mais exóticos contos ja lia.
muita sagacidade,na flor da idade,mas a cabeça é fria..

quando se preocupava procurava o livro que do assunto dizia.
nao mais como antigamente que recorreria a tia.

além disso escrevia de diversos assuntos
e vomitava palavras em folhas enquanto comia seu pao com presunto.
usava toda a semantica,classe gramatical,adjunto.
historias cotidianas: ver no chão um difunto.
e se o texto ficasse bom até iria a fundo.

virou um sem vergonha.
vergonha pra que a mesma? e meteu a cara no mundo
pra alguns um puta pensador,pra outros um mero vagabundo,
mais fudido,largado,maltrapilho
que desse país era mais um filho.
fugia desse estribilho e puxava o gatilho do lapis.
depois de usar tanta folha,ganhou cortesias de chamequinho e ripax.
seus remedio buscava na max.
mas ainda nao tinha dinheiro pra sair com sua mina de taxi.
nao tinha bipe nem celular,era tudo por meio de fax.

a esmo a vida levava
pulsava sua veia cava
quando procurava
e aquele livro no lugar nao estava
mas a tensão aumentava
quando calça lavava
e via que tinha esquecido no bolso da mesma que ja estava molhada.



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